Acho que tenho Distúrbio Bipolar. Cheguei a essa conclusão hoje. Falei pra Marina, ela disse que a maioria das pessoas que têm esse Distúrbio são loucas. Nunca nenhum médico me deu atestado de normalidade. Pelo contrário, considerando a presença do Toquinho na minha vida, sempre os médicos se inclinaram mais à minha loucura!
Isso comprova a minha teoria de hoje. E de certa maneira me consola. Ontem eu estava suuuper bem, linda, independente e bla bla bla. E hoje fui totalmente consumida por uma saudade absurda. Saudade que dói mais do que cólica, mais do que dedo trancado na porta. Meu coraçãozinho tá apertado. E agora tô com mais medo do que estava antes.
Tô aqui lutando contra o celular. Lutando pra me manter afastada e pra não ligar pr'aquele número que por mais que eu apague, já sei de cor - e que fica se repetindo na minha cabeça. Não posso ligar, já sei. Tenho que esperar, também já sei. Mas confesso que tá bem difícil. Culpa do tal distúrbio - não minha.
As horas viraram dias, e quando vi, já passou uma semana. UMA SEMANA é a eternidade pra quem ama. E eu que achava que não sabia mais viver sem - tô aprendendo a viver sem. E, Senhor, podia ser mais fácil né. Podia não ser tão importante, podia não fazer tanta falta, podia não ser tão simples de amar, podia, ai podia!
Ô, meu Deus! Qua coisa é essa que tomou conta de mim? Não quero mais, já disse... Ai saudade!! Ai falta que me faz! Ai orgulho maldito que me mantém afastada! Ai vida que separou a gente! Ai amor novo que não chega pra me consolar! Ai vida que não dá um sossego pra meu coração aflito!!
13 setembro 2006
12 setembro 2006
Vamos fazer um filme!

Se a minha vida fosse um filme, a cena que estaria passando agora, seria algo como eu andando meio com pressa no meio da multidão... pressa de viver, de esquecer o que passou, de encontrar um novo amor. Ou então, ficar sem amor mesmo, e dedicar todo o meu amor a minha pessoa, que tá precisando de mim, de carinho!
A música de fundo seria aquela do Caetano que é mais ou menos assim: "De hoje em diante vou modificar o meu modo de vida. Naquele insatante em que você partiu destrui nosso amor. agora não vou mais chorar, cansei de esperar, de esperar enfim. E PRA COMEÇAR SÓ VOU GOSTAR DE QUEM GOSTA DE MIM." Linda né... eu adoro... tem caído como uma luva pra mim! Por isso, que entrou pra trilha sonora do filme que é a minha vida.
Um dia, eu juro, vou reescrever meu roteiro e vou filmar de verdade... pq aposto, que o meu filme é o mais lindo, mais divertido, mais dramátido e mais romântico de todos os filmes. Adoro isso! Adoro ser assim... Quando acho que entra um personagem que vai até o fim da história, levo uma rasteira, e a história vira... daí eu choro, choro, choro e deixo todo mundo achando que eu sou a mocinha, pra no instante seguinte me tornar a vilã. Ou quem sabe, não a vilã, mas uma daquelas lindas, inteligentes, fortes e independentes d Hollywood. É uma dessas mulheres que eu sou agora, ou quem sabe eu seja mesmo a vilã. Depende que quem assiste e interpreta... A próxima cena, ainda não sei. É Melhor deixar que o tempo tenha tempo de escrever meu roteiro, porque assim o final fica bem mais emocionante!
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a minha arte.
06 setembro 2006
A nova Independência do Brasil
Amanhã, dia sete de setembro, o país comemora o Dia da Independência. Na verdade, não sei muito bem o que temos a comemorar já que apesar do título, continuamos tão dependentes do que vem de fora quanto éramos no príncipio da história pós-Cabral do Brasil. Sim. Ainda somos colônia, somos controlados pela metrópole e despretigiamos firmemente tudo o que é nacional.
Se eu pudesse, e tivesse autoridade para tanto, gritaria amanhã “Independência ou morte!” outra vez. Talvez não as margens do Ipiranga. Talvez pela Internet mesmo, porque daí quem sabe meu grito de apelo seria escutado por todo o país. Queria ser algo como Dom Pedro foi àquela época para proclamar a Nova Independência do Brasil.
Caso eu tivesse esse poder, além da Nova Independência, proclamaria a extinção total de tudo o que nos mantém acorrentados aos grandes detentores da política mundial. Começaria pela valorização da nossa língua e cultura – e determinaria o fim de estrangeirismos e promoveria o que há de melhor da música, da literatura, da moda e culinária do Brasil.
Como essas coisas de economia não entendo bem, delegaria tais decisões a quem entende. Mas faria questão de ouvir a opinião de mais pessoas, do povo, já que parece que as autoridades esquecem que as decisões deles interferem diretamente no bolso da classe trabalhadora – e aqui incluo todas as categorias de trabalhadores. Cessaria os impostos, penso que o povo já trabalhou o suficiente para pagar impostos.
Se eu tivesse um título de autoridade, construíria mais escolas e mudaria o sistema educacional. Ensinaria nossas crianças a pensar e criticar. Proibiria televisão e Orkut para crianças. Se queremos ser realmente independentes, precisamos favorecer o livre pensamento, não precisamos de mais cidadãos alienados.
É irônico ainda festejarmos o tal 7 de setembro. Festejar o quê, se nada mudou? Infelizmente, ainda não tenho poder para determinar aquilo que a meu ver mudaria o país. Por enquanto, não me custa nada imaginar. E tentar fazer o que acho que cabe a mim fazer. Comecei pelo pensamento livre. Quem sabe, alguém concorda comigo e luta comigo pela nova independência do Brasil.
Jully Fernandes®
Se eu pudesse, e tivesse autoridade para tanto, gritaria amanhã “Independência ou morte!” outra vez. Talvez não as margens do Ipiranga. Talvez pela Internet mesmo, porque daí quem sabe meu grito de apelo seria escutado por todo o país. Queria ser algo como Dom Pedro foi àquela época para proclamar a Nova Independência do Brasil.
Caso eu tivesse esse poder, além da Nova Independência, proclamaria a extinção total de tudo o que nos mantém acorrentados aos grandes detentores da política mundial. Começaria pela valorização da nossa língua e cultura – e determinaria o fim de estrangeirismos e promoveria o que há de melhor da música, da literatura, da moda e culinária do Brasil.
Como essas coisas de economia não entendo bem, delegaria tais decisões a quem entende. Mas faria questão de ouvir a opinião de mais pessoas, do povo, já que parece que as autoridades esquecem que as decisões deles interferem diretamente no bolso da classe trabalhadora – e aqui incluo todas as categorias de trabalhadores. Cessaria os impostos, penso que o povo já trabalhou o suficiente para pagar impostos.
Se eu tivesse um título de autoridade, construíria mais escolas e mudaria o sistema educacional. Ensinaria nossas crianças a pensar e criticar. Proibiria televisão e Orkut para crianças. Se queremos ser realmente independentes, precisamos favorecer o livre pensamento, não precisamos de mais cidadãos alienados.
É irônico ainda festejarmos o tal 7 de setembro. Festejar o quê, se nada mudou? Infelizmente, ainda não tenho poder para determinar aquilo que a meu ver mudaria o país. Por enquanto, não me custa nada imaginar. E tentar fazer o que acho que cabe a mim fazer. Comecei pelo pensamento livre. Quem sabe, alguém concorda comigo e luta comigo pela nova independência do Brasil.
Jully Fernandes®
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01 setembro 2006
Os riscos da monopolização
Por Jacques Mick e Samuel Lima em 29/8/2006
A intenção do grupo gaúcho RBS de comprar o jornal A Notícia era uma velha novidade. Nos meios acadêmicos e profissionais, por mais de 10 anos o assunto foi tratado como possibilidade. Agora, enfim, está confirmado que a RBS assumirá a gestão do jornal joinvilense no dia 21 de setembro. Fato consumado, resta-nos discutir os impactos da transação para a sociedade e a formação da opinião pública.
Os veículos envolvidos informaram em 25 de agosto que o negócio havia sido fechado no dia anterior, que o empresário Moacir Thomazi ficará no jornal por mais um ano e que o AN "poderá ficar com a atual abrangência" (o verbo condicional é altamente significativo). O valor da transação não foi informado oficialmente, mas as cifras do negócio oscilam entre R$ 50 milhões e R$ 80 milhões. O AN, com 83 anos de atuação, emprega 512 trabalhadores e faturou, em 2005, R$ 30,3 milhões. O império regional da família Sirotsky faturou R$ 860 milhões e lucrou R$ 93 milhões no ano passado.
Com a aquisição do AN e o lançamento do diário popular Hora de Santa Catarina (no dia 28), o grupo gaúcho amplia seu número de jornais de seis para oito. Somadas, as tiragens desses veículos superam em muito a do principal diário do país – chegarão em breve aos 600 mil exemplares. O monopólio da mídia, mesmo nesse formato regionalizado, tem peso desproporcional na sociedade civil. A tendência à concentração e ao monopólio no setor remonta ao fim dos anos 1960, a partir dos Estados Unidos, e é um fenômeno mundial. No Brasil, o quadro é dramático: o conteúdo jornalístico e/ou midiático servido à sociedade é controlado, direta ou indiretamente, por literalmente meia-dúzia de famílias neste começo de milênio.
Uma versão
O anúncio da venda do AN à RBS configura-se um duplo desserviço a Joinville e a Santa Catarina. Em primeiro lugar, atenta contra a democracia, na medida em que concentra ainda mais a propriedade dos meios de comunicação, subtraindo da esfera pública catarinense uma outra possibilidade de cobertura dos acontecimentos. O fim da concorrência – por menor que fosse – abre um espaço maior para manipulações de toda ordem, e a imprensa brasileira é pródiga em exemplos dessa natureza.
Em segundo lugar, ficaremos cada vez mais expostos ao chamado "pensamento único" na mídia, porta-voz da ideologia de que há apenas uma versão da verdade. A voz única é emburrecedora e contrária aos interesses da cidadania. Entre outras conseqüências, restringe sensivelmente a pluralidade das fontes de informação, estreitamento que poderá ser especialmente grave na cobertura dos assuntos de interesse de Joinville e região.
A sociedade civil reagirá à venda do maior e mais tradicional diário de Santa Catarina ao grupo RBS?
Pois é! estamos bem... massificados. Perde a sociedade, que tende ainda mais a alienação. perdemos nós, futuros e já jornalistas. Fazer o quê?
A intenção do grupo gaúcho RBS de comprar o jornal A Notícia era uma velha novidade. Nos meios acadêmicos e profissionais, por mais de 10 anos o assunto foi tratado como possibilidade. Agora, enfim, está confirmado que a RBS assumirá a gestão do jornal joinvilense no dia 21 de setembro. Fato consumado, resta-nos discutir os impactos da transação para a sociedade e a formação da opinião pública.
Os veículos envolvidos informaram em 25 de agosto que o negócio havia sido fechado no dia anterior, que o empresário Moacir Thomazi ficará no jornal por mais um ano e que o AN "poderá ficar com a atual abrangência" (o verbo condicional é altamente significativo). O valor da transação não foi informado oficialmente, mas as cifras do negócio oscilam entre R$ 50 milhões e R$ 80 milhões. O AN, com 83 anos de atuação, emprega 512 trabalhadores e faturou, em 2005, R$ 30,3 milhões. O império regional da família Sirotsky faturou R$ 860 milhões e lucrou R$ 93 milhões no ano passado.
Com a aquisição do AN e o lançamento do diário popular Hora de Santa Catarina (no dia 28), o grupo gaúcho amplia seu número de jornais de seis para oito. Somadas, as tiragens desses veículos superam em muito a do principal diário do país – chegarão em breve aos 600 mil exemplares. O monopólio da mídia, mesmo nesse formato regionalizado, tem peso desproporcional na sociedade civil. A tendência à concentração e ao monopólio no setor remonta ao fim dos anos 1960, a partir dos Estados Unidos, e é um fenômeno mundial. No Brasil, o quadro é dramático: o conteúdo jornalístico e/ou midiático servido à sociedade é controlado, direta ou indiretamente, por literalmente meia-dúzia de famílias neste começo de milênio.
Uma versão
O anúncio da venda do AN à RBS configura-se um duplo desserviço a Joinville e a Santa Catarina. Em primeiro lugar, atenta contra a democracia, na medida em que concentra ainda mais a propriedade dos meios de comunicação, subtraindo da esfera pública catarinense uma outra possibilidade de cobertura dos acontecimentos. O fim da concorrência – por menor que fosse – abre um espaço maior para manipulações de toda ordem, e a imprensa brasileira é pródiga em exemplos dessa natureza.
Em segundo lugar, ficaremos cada vez mais expostos ao chamado "pensamento único" na mídia, porta-voz da ideologia de que há apenas uma versão da verdade. A voz única é emburrecedora e contrária aos interesses da cidadania. Entre outras conseqüências, restringe sensivelmente a pluralidade das fontes de informação, estreitamento que poderá ser especialmente grave na cobertura dos assuntos de interesse de Joinville e região.
A sociedade civil reagirá à venda do maior e mais tradicional diário de Santa Catarina ao grupo RBS?
Pois é! estamos bem... massificados. Perde a sociedade, que tende ainda mais a alienação. perdemos nós, futuros e já jornalistas. Fazer o quê?
Trinta Segundos Pro Comercial
Ando um pouco sem tempo - e sem disposição - pra postar coisas novas aqui!
Então vou fazer propagandinha!
Estréia!
Dia 04 de setembro, PROGRAMA CAPPUCCINO, na Rádio Caffé.
Em dois horários: 15h e 20h.
www.radiocaffe.com.br
Apresentação:
Arielli Secco
Jully Fernandes®
Lis Nascimento
Soraya Falqueiro
Tainá Smackzilo
Agenda cultural, informações, boa música todas as tardes. E bastante descontação, porque ninguém é de ferro!
Espero que as pessoas gostem.
Então vou fazer propagandinha!
Estréia!
Dia 04 de setembro, PROGRAMA CAPPUCCINO, na Rádio Caffé.
Em dois horários: 15h e 20h.
www.radiocaffe.com.br
Apresentação:
Arielli Secco
Jully Fernandes®
Lis Nascimento
Soraya Falqueiro
Tainá Smackzilo
Agenda cultural, informações, boa música todas as tardes. E bastante descontação, porque ninguém é de ferro!
Espero que as pessoas gostem.
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